A Profecia de Osíris
(...) E haverá uma grande guerra que englobará quatro nações, e este conflito irá perdurar por meio século, e nenhuma destas sairá vitoriosa, mas sim uma quinta nação, menor, porém mais forte, que as manipulará como o titereiro conduz seus fantoches;
(...) E a quinta plantará a semente da discórdia, e incitará em segredo uma nova guerra, onde irmão lutará contra irmão; e as duas cabeças do leão se voltarão uma contra a outra, mas novamente nenhuma delas irá triunfar; Será a ovelha negra, o Falso Herói que esmagará a orquídea sob seus pés descalços, e será coroado à luz da estrela vermelha, que vingará, triunfante; e haverá paz por um breve momento antes do anoitecer;
(...) Chegará então, a treva, e o sol se tornará negro como o azeviche e não haverá amanhecer; e uma legião de demônios andará pela terra, corrompendo tudo o que está vivo; e seus exércitos devastaram nossas terras, e o povo clamará três vezes ao seu novo rei, mas ele não poderá ajudá-los;
(...) Será só então, neste momento taciturno, que o Verdadeiro Herói surgirá, herdeiro de Osíris, sucessor de Ajora, nascido do fogo e das lágrimas; e ao seu lado, doze se erguerão, empunhando em suas destras o tesouro da Era Dourada; E juntos, eles desafiarão o Anjo de Sangue na terra onde o tempo não existe, sem nenhuma esperança de vitória;
(...) mas serão o Herói do Futuro e o Herói do Passado que darão o golpe final, e sua lâmina trará de volta a alvorada; e haverá, mais uma vez, o dia.

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